Pular para o conteúdo principal

Armário de comida no quarto


                              
Desde criança tenho um armário de comida no quarto. Em algum momento da minha vida aprendi a ser curioso com sabores e passei a comprar minha própria comida, mesmo morando com minha mãe.

Até 2009 (muito tempo atrás, hein?!), meu azeite diário era o Quinta das Marvalhas, português com denominação de origem protegida. O macarrão era Divella , minha marca predileta, e o molho de tomate era feito com tomates vermelhissimos comprados na feira de sexta-feira durante meu horário de almoço na Vila Olímpia em São Paulo. Sempre com bastante manjericão.  

Aqui na Austrália, essa mania se acentuou: eu fazia meus próprios pães, com meu próprio fermento caseiro - levain- feito com figo fermentado e, entre coisas frescurites, uso sal rosa do Himalaia, mais saudável que o sal de cozinha. 

Nem preciso dizer que café é escolhido a dedo, sempre em grãos e moído na hora. E tudo isso nem vai pra cozinha. Vai direto pro meu armário do quarto.

Pequenas substituições e escolhas que aumentam o prazer na hora de comer.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

É... O tomate tá ficando caro no mundo todo!!

Nova York levando café a sério

A dinâmica presente no DNA de Nova York se mostra presente também na cena de cafés especiais.   A cada ano que passa fica evidente a vocação de Nova York para, assim como Porltand, Seatle e São Francisco, ser um ponto de referência de cafés especiais.   Visitei e re-visitei nas últimas duas semanas aproximadamente 30 cafés especiais em Nova York além de lugares onde o nova-iorquino consome boa parte da bebida como Mc Donalds, Dunkin Donuts e, claro, Starbucks.   Gorjetas   Uma coisa que me chamou atenção esse ano foi a gorjeta. Culturalmente, as gorjetas variam de 10 a 15% do valor do pedido. Quase todos os cafés de NY hoje usam um iPad como POS ou ponto de venda (a nova geração da tela da caixa registradora) e simplesmente giram a tela para o consumidor colocar o quanto gostaria de dar de gorjeta.   É fato que muita gente nos EUA vive com o dinheiro dessas gorjetas, que é muitas vezes maior que o valor do salário. Mas aqueles 10 ou 15% tradicionais estão virando coisa do passado. Algu